Cada empresa tem um fluxo. O capital deve acompanhá-lo. Liquidez para crescer. Capital para financiar a cadeia. Prazo, risco e fonte de capital no mesmo desenho. Da origem ao acompanhamento, uma só estrutura.

Capital precisa de estrutura para circular.

A Value Capital desenha e acompanha operações de crédito privado para empresas que buscam liquidez e para empresas que querem financiar sua cadeia com capital próprio ou de terceiros.

O crédito não é um produto.
É uma estrutura.

Lemos o fluxo, os participantes, o risco e a origem do capital. A partir dessa leitura, definimos veículo, instrumentos e controles adequados ao objetivo da empresa.

Originação

Recebíveis Fluxos que a empresa já tem.

Estruturação

FIDC ou securitização O veículo adequado ao caso.

Proteção

Risco de crédito Cobertura da carteira.

Funding

Capital Liquidez na medida.

O que sai disso

Uma estrutura, não um produto de prateleira.

Cada operação recebe veículo, instrumentos e controles desenhados a partir do fluxo real da empresa.

Conhecer as frentes
Leitura
Ativo & fluxo
Engenharia
Estrutura & risco
Execução
Capital & liquidez

Diagnóstico

Capital necessário ou disponível, fluxos, participantes e riscos.

Arquitetura

Veículos e instrumentos definidos para cada objetivo e escala.

Execução

Originação, formalização e contas conectadas à operação.

Acompanhamento

Limites, pagamentos e proteção de risco quando aplicável.

Por onde a sua
operação começa.

Cada frente parte de uma necessidade da empresa e pode se combinar às demais conforme o fluxo e o capital disponíveis. A análise também pode indicar crédito estruturado para capital de giro, quando elegível.

Visão ampla de unidade industrial com profissionais em atividade 01 / CAPITAL

Capital proprietário

Capital da empresa a serviço da própria cadeia.

Capital da empresa financia sua cadeia com regras de elegibilidade, limites e acompanhamento. Os recursos também podem se combinar a capital de terceiros.

Comprador e fornecedor conversam em centro de distribuição 02 / FORNECEDORES

Risco sacado

Liquidez para fornecedores; prazo preservado para a âncora.

Fornecedores elegíveis podem receber antes, enquanto a empresa âncora preserva o prazo acordado. A Value Capital acessa funding para viabilizar a antecipação conforme a análise de risco e a estrutura de cada programa.

Documentos de recebíveis de diferentes empresas em análise 03 / RECEBÍVEIS

Multicedente

Vendas a prazo transformadas em liquidez.

Recebíveis de diferentes empresas formam uma carteira avaliada por lastro, prazo, concentração e histórico de pagamento. A Value Capital acessa funding para viabilizar a antecipação conforme a análise da operação.

Conte o objetivo da sua empresa. A Value ajuda a definir a estrutura.

Conversar sobre uma estrutura

Uma operação acompanhada
do início à liquidação.

Este exemplo multicedente mostra títulos, limites, formalização e pagamentos no mesmo ambiente. A Value Capital acessa funding para antecipar recebíveis elegíveis, conforme a análise e a estrutura de cada operação.

Tela ilustrativa. Empresa, valores e prazos são exemplo e não representam uma operação real.

Tela de celular com o acompanhamento de uma operação: valor líquido, próxima liquidação e os estágios já concluídos
  • Um exemplo de operação

    A tela demonstra a jornada multicedente, da entrada de títulos ao acompanhamento da carteira.

  • Posição acessível

    Limites, títulos em aberto e concentração por pagador disponíveis para consulta.

  • Etapas visíveis

    Formalização e status dos documentos apresentados no fluxo da operação.

  • Fluxo acompanhado

    Liberação e liquidação conectadas à posição da empresa.

Onde o crédito entra
na sua rotina.

Aplicamos a arquitetura às necessidades da empresa. Veículos, instrumentos e proteção são definidos conforme a operação.

  • Antecipação de recebíveis

    Recebíveis

    Antecipação de recebíveis

    Duplicatas, notas fiscais e contratos a prazo podem ser antecipados. Nas carteiras multicedente, a Value Capital acessa funding conforme a análise e a estrutura da operação.

    • Leitura por sacado, prazo e histórico de liquidação
    • Condições e volume definidos pela carteira elegível
    • Proteção de risco quando adequada à estrutura
    • Trava de domicílio quando não há boleto
    Lastro aceito: Duplicata, NF-e e contrato performado Estruturar uma operação
  • Contratos públicos

    Setor público

    Antecipação de contratos públicos

    Empenhos, medições e contratos firmados com órgãos e estatais convertidos em caixa.

    • Liberação acompanha a etapa entregue
    • Prazo da estrutura considera o ciclo do ente pagador
    • Sacado federal, estadual ou municipal
    • Cessão formalizada junto ao órgão
    Lastro aceito: Empenho, medição e contrato Submeter um contrato
  • Capital de giro

    Giro e capex

    Capital de giro

    Quando elegível, estruturamos crédito para capital de giro com prazos, fluxo de pagamento e garantias definidos a partir da análise da operação.

    • Instrumento definido conforme a operação
    • Garantia real ou de recebíveis
    • Fluxo de pagamento sob medida
    • Giro e investimento no mesmo desenho
    Desenho: Prazo, fluxo e garantias conforme o caso Falar com um especialista
  • Risco sacado

    Cadeia de fornecedores

    Risco sacado

    Programa de antecipação a fornecedores estruturado a partir da análise da empresa âncora. A Value Capital acessa funding para viabilizar a antecipação conforme a análise de risco e a estrutura de cada operação.

    • O fornecedor recebe à vista
    • A âncora mantém o prazo acordado
    • Funding acessado pela Value Capital conforme a análise
    • Antecipação eletrônica dos títulos a vencer
    Funding: Acessado pela Value Capital conforme cada operação Estruturar a minha cadeia
  • Capital proprietário

    Capital da empresa

    Estruturação de capital proprietário

    Organizamos recursos da empresa para financiar sua cadeia, com políticas próprias de crédito, limites e acompanhamento.

    • FIDC exclusivo quando a escala justificar
    • Securitização e controle de fluxos quando adequados
    • Critérios de elegibilidade, limites e precificação
    • Possibilidade de compor capital próprio e de terceiros
    Origem: Capital de tesouraria da empresa Estruturar capital próprio

Do diagnóstico ao acompanhamento.

A estrutura nasce da operação real e é acompanhada ao longo do seu ciclo.

  1. 01

    Leitura da operação

    Entendemos necessidade ou disponibilidade de capital, fluxos, participantes e riscos.

  2. 02

    Arquitetura

    Definimos fonte de capital, veículo, instrumentos e proteção adequados.

  3. 03

    Implantação

    Formalizamos contratos, contas e controles para colocar a estrutura em funcionamento.

  4. 04

    Acompanhamento

    Monitoramos limites, pagamentos e desempenho para manter a operação aderente ao desenho.

O veículo, as garantias e os controles seguem a natureza da operação e a origem do capital.

Estruturar uma operação

Crédito desenhado para
o ciclo de cada setor.

As necessidades mudam entre produção, compra, venda e recebimento. A origem do capital e a estrutura acompanham essa dinâmica.

  • Composição gráfica representando ambiente industrial 01

    Indústria

    Indústria

    O ciclo entre insumos, produção e recebimento pede liquidez. No risco sacado, a Value Capital acessa funding para antecipar fornecedores conforme a análise; o capital próprio pode apoiar outras necessidades da cadeia.

    • Duplicata performada
    • Concentração por sacado
    • Risco sacado na cadeia
  • Composição gráfica representando centro de distribuição atacadista 02

    Atacadistas

    Atacadistas

    Prazo concedido ao varejo, alto volume de títulos e compras recorrentes pedem uma estrutura que combine giro e financiamento de fornecedores.

    • Carteira pulverizada
    • Alto volume de títulos
    • Giro recorrente
  • Composição gráfica representando operação varejista 03

    Varejistas

    Varejistas

    Recebimentos pulverizados e compras concentradas pedem controle de fluxo. No risco sacado, funding acessado pela Value Capital pode antecipar fornecedores, conforme a análise.

    • Domicílio bancário
    • Recebíveis de cartão
    • Sazonalidade de caixa
  • Composição gráfica representando operação logística 04

    Logística

    Logística

    Contratos e medições convivem com custos de frota e operação pagos antes do recebimento. O desenho considera entrega, prazo e fonte de capital.

    • Contrato de prestação
    • Medição performada
    • Frota e capex
  • Composição gráfica representando canteiro de obras 05

    Engenharia

    Engenharia

    Projetos de engenharia conciliam entregas técnicas, marcos de faturamento e custos de equipe e fornecedores. Estruturamos o capital conforme contrato, execução e prazo de recebimento.

    • Marcos contratuais
    • Serviços performados
    • Financiamento da cadeia
  • Caminhão fora de estrada em cava a céu aberto 06

    Mineração

    Mineração

    Contratos longos e investimento em frota demandam capital com prazo e garantias compatíveis com a produção e a cadeia de fornecimento.

    • Contrato de fornecimento
    • Sacado de grande porte
    • Capex de frota
  • Sala de tomografia computadorizada em serviço de diagnóstico por imagem 07

    Saúde

    Saúde

    Faturamento a operadoras e prazos de repasse pedem análise do lastro, das glosas e do risco dos pagadores, com controle do fluxo de caixa.

    • Produção performada
    • Cessão notificada
    • Glosa no deságio

Buscar caixa ou
financiar a cadeia.

Uma empresa busca liquidez; outra dispõe de capital para financiar sua cadeia. Combinamos fonte, instrumento e controles conforme a operação. Gestora e Securitizadora organizam o crédito; o Banking oferece ferramentas de apoio à execução, quando necessárias.

Precisa de caixa Busca liquidez para vendas a prazo, crescimento ou para fortalecer a cadeia de fornecedores.
Tem caixa Destina capital de tesouraria a operações para fornecedores, clientes e, quando aplicável, colaboradores.
Executiva analisando uma carteira com a equipe reunida ao fundo
Quando a escala justificar

Um fundo alinhado à operação

Um FIDC exclusivo pode reunir capital, regras e controles em um desenho adequado à empresa e à sua cadeia.

  • FIDC exclusivo quando adequado à operação
  • Política e elegibilidade propostas para o fluxo
  • Classes de cotas e fontes de capital avaliadas
  • Limites e concentração definidos por operação
  • Custos e controles examinados no desenho
Estruturar um fundo
Dois executivos em reunião com documentos da operação
Conforme a operação

Emissão ajustada à necessidade

Avaliamos securitização e instrumentos de emissão quando um fundo exclusivo não for o melhor desenho econômico e operacional.

  • Instrumentos de emissão avaliados caso a caso
  • Fonte de capital definida conforme a operação
  • Capital da empresa ou de terceiros, quando viável
  • Prazos e garantias alinhados ao fluxo
  • Custos e controles avaliados antes da definição
Conhecer a securitizadora
Detalhe de duas pessoas conferindo um extrato sobre um celular
Quando aplicável

Infraestrutura para o fluxo

Apoia operações da Gestora e da Securitizadora com contas, pagamentos e conciliação quando o fluxo precisa desses controles.

  • Contas vinculadas quando aplicáveis
  • Meios de pagamento conforme a necessidade
  • Transferências definidas por operação
  • Movimentação e conciliação do fluxo
Conhecer a infraestrutura

Quando vale conversar com a Value.

Objetivos diferentes podem dar origem a uma estrutura de crédito.

  1. 01Sua empresa busca liquidez alinhada ao ciclo de vendas ou contratos.
  2. 02Você quer financiar fornecedores com capital próprio ou de terceiros.
  3. 03Sua cadeia precisa conciliar o recebimento do fornecedor com o prazo da empresa âncora.
  4. 04Você dispõe de capital em tesouraria e quer aplicá-lo em uma estrutura com regras e acompanhamento.
Valor da operação
Definido após análise
Estrutura
Definida por fluxo e risco
Nossa experiência começou dentro da operação. Hoje conecta capital, risco e fluxo no mesmo desenho.

A vivência industrial formou nossa leitura dos ciclos reais das empresas. Hoje, transformamos essa visão em soluções de crédito estruturado para quem precisa de liquidez e para quem deseja financiar a própria cadeia.

Conhecer a Value Capital
Origem
Indústria de embalagens plásticas no polo industrial de Belo Horizonte.
Transição
Encerramento do ciclo industrial e migração integral para estruturação de capital.
Hoje
Originação, emissão e banking para oito segmentos da economia real.
Base
São Paulo e Belo Horizonte.

O que perguntam
antes de fechar.

O que o restante do site não responde e a primeira conversa sempre pergunta. Se a sua dúvida não estiver aqui, é só chamar.

Falar com especialista
Qual é o perfil mínimo de empresa atendida?

Atendemos empresas com faturamento anual a partir de R$ 24 milhões e no mínimo 3 anos de constituição. Cumprir esses critérios permite iniciar a análise; as condições dependem da avaliação de cada operação.

Por onde começa uma operação com a Value?

Começamos pelo objetivo da empresa: obter liquidez, financiar a cadeia ou combinar as duas necessidades. Analisamos fluxos, participantes, prazos, riscos e origem do capital. Com isso, propomos o instrumento e a estrutura adequados.

Como usar capital próprio para financiar a cadeia da empresa?

A empresa pode destinar recursos de tesouraria a uma estrutura com regras de elegibilidade, limites, preço e acompanhamento. Conforme escala, fluxo, regras e controles, avaliamos FIDC, securitização e mecanismos de controle de pagamentos. Capital de terceiros também pode compor a operação.

Como funciona um programa de risco sacado?

O programa é organizado a partir da empresa âncora e de sua cadeia de fornecedores. Fornecedores elegíveis podem receber antes do prazo; a âncora mantém as condições de pagamento acordadas. A Value Capital acessa funding para viabilizar a antecipação conforme a análise de risco e a estrutura de cada programa.

Quando uma operação multicedente faz sentido?

Quando empresas com vendas a prazo querem antecipar recebíveis elegíveis. A Value Capital acessa funding para viabilizar a antecipação conforme a análise de lastro, prazos, concentração e histórico de pagamento. As condições e o volume dependem dessa avaliação; não é preciso ceder toda a carteira.

Como escolher entre FIDC e securitização?

A escolha depende de escala, características da carteira, fonte do capital, prazo, custos e controles. Um valor isolado não determina o veículo. Apresentamos o desenho e os custos esperados após examinar a operação.

Quando o seguro de crédito entra na estrutura?

O seguro pode ser uma camada de mitigação quando o risco, o custo e as condições da apólice justificam a contratação. A cobertura depende da análise da seguradora e dos termos contratados; não substitui elegibilidade, controles nem análise da operação.

O que levar para a primeira conversa?

Basta explicar o objetivo, os valores aproximados, os prazos e quem participa do fluxo. Se houver carteira, a composição de títulos ajuda; se houver capital próprio ou programa de fornecedores, ajudam os dados de tesouraria e da cadeia. Nossa equipe indica os documentos necessários na etapa seguinte.

Consultores em reunião sobre uma oportunidade empresarial

Value Partners

A consultoria do grupo origina operações e negócios ligados a finanças corporativas, conectando empresas a oportunidades e especialistas conforme cada demanda.

Conhecer a Value Partners
Executiva em ambiente corporativo

Vamos desenhar a estrutura para o seu capital?

Conte à nossa equipe o que sua empresa precisa financiar — ou o capital que deseja colocar em operação. O primeiro passo é entender fluxo, prazo e risco.

Critérios iniciais para análise: empresas com faturamento anual a partir de R$ 24 milhões e no mínimo 3 anos de constituição. As condições dependem da avaliação de cada operação.